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POEMAS PARA COPIAR NO CADERNO BEM-HUMORADOS

Olá! Se você está procurando uma maneira de deixar o seu caderno mais alegre ou quer praticar a escrita de um jeito leve, chegou ao lugar certo. Copiar textos e treinar a caligrafia são exercícios ótimos, mas sabemos que podem ficar um pouco cansativos se o conteúdo for sempre o mesmo. Por isso, preparei estes poemas bem-humorados para que você possa se divertir enquanto desliza a caneta pelo papel. Eles são perfeitos para atividades de leitura e cópia , transformando aquele momento de estudo em uma experiência muito mais prazerosa através do humor das rimas.

Sinta-se totalmente à vontade para usar estas estrofes como uma base para a sua própria criatividade. Durante a transcrição, você pode experimentar trocar algumas palavras, criar novos finais ou até adaptar os personagens para dar o seu toque pessoal aos versos. Cada arquivo em PDF foi feito com muito carinho, imitando as folhas de um caderno com letra cursiva e ilustrações, justamente para servir de inspiração e bônus no seu material. Espero que esses versos tragam muitos sorrisos para as suas páginas e que você se divirta tanto escrevendo quanto eu me diverti criando cada um deles.

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Caminhão-Pipa

Pelo campo seguiam, num passo tranquilo,
Bento e Íris buscavam um novo brilho.
No alto, um vulto retangular surgiu,
Flutuando nas nuvens que o vento conduziu.

— Parece um caminhão! — o menino notou,
Mas uma linha fina logo se revelou.
Uma corda descia do céu até o chão,
Despertando na dupla uma grande agitação.

Correram no pasto para enfim descobrir,
Quem prendia o objeto que parecia fugir.
Atrás de uma cerca, um segredo guardado:
Um velho sentado, por um carretel enrolado.

— O que é esse objeto? — pergunta a menina,
Com o fôlego curto por subir a colina.
O velho deu um puxão com muita maestria,
E explicou o brinquedo que ali ele prendia:

— Não se assustem, crianças,
Com o que a vista explica.
Lá no alto balança,
O meu caminhão-pipa!

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O Laço da Amizade

O tênis no canto estava encostado,
Para o dia quente já preparado.
O cadarço frouxo, longo e desfiado,
Esperava o momento de ser amarrado.

— O dia será longo, melhor se apressar
— Avisou o tênis ao pé se aproximar.
O cadarço esticou-se com agilidade,
Cruzando os furos com muita vontade.

Sentia a pressão da mão que apertava,
Garantindo que o passo ninguém tropeçava.
— Não ligo para a pressa ou para a correria
— Respondeu o cadarço com muita alegria.

No laço bem firme que o nó desenhou,
Um abraço apertado ali se formou.
E antes do início da grande jornada,
O cadarço sussurrou para a peça calçada:

— Não importa o caminho, eu sigo com você,
Pois você já sabe: eu me amarro em você!

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A Mágoa do Grafite

O lápis corria com força e agonia,
Deixando rastro de cinza que a folha envolvia.
Mas parou de repente, em uma frase cortada,
Com a ponta em farelos, toda desgastada.

— Não aguento mais! — o grafite gritou,
Olhando a mancha que no branco restou.
O papel, esticado, ficou em silêncio,
Sem entender do amigo aquele lamento.

— Qual o problema? — a folha quis saber,
Sentindo o peso da escrita a sofrer.
O lápis suspirou com a madeira a ralar,
E uma mágoa antiga ele pôs-se a falar:

— Você me magoa, não escondo o tormento,
Pois vive na vida a me desapontar!

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O Salto do Cururu

Na margem do rio, o sapo parou,
E um prédio gigante ele logo avistou.
Com as janelas brilhando no sol do poente,
Cururu observava o colosso imponente.

— Você vence o gigante? — a rã perguntou,
E um desafio no brejo lançou.
O sapo estufou o seu peito com calma,
E deu um pulinho que alegrou sua alma.

A rã deu risada do salto pequeno,
Achando o amigo um tanto ingênuo.
Como ele achava que o topo alcançava,
Se a torre de pedra o céu cutucava?

— Eu pulo mais alto! — o bicho afirmou,
E com confiança ele logo explicou.
A rã estranhou aquela conversa,
Mas a lógica dele foi muito direta:

— É simples ganhar, não há dúvida alguma,
Pois prédio nenhum pula coisa nenhuma!

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O O Silêncio no Corredor

Uma samambaia murcha, com as folhas pro chão,
Foi levada ao hospital em busca de uma solução.
Seu dono, aflito, pedia ao balcão:
— Salvem a minha planta, ela está sem vigor e sem direção!

A recepcionista olhou o painel com calma e atenção,
E balançou a cabeça em sinal de negação.
O homem não entendia aquela situação,
Pois o prédio estava vazio, sem nenhuma agitação.

— Por que não a atendem? Ela precisa de cuidado!
— Gritava o senhor, com o vaso ao seu lado.
A moça então explicou o motivo inesperado,
Com um sorriso no rosto, meio disfarçado:

— Sinto muito, senhor, mas ela não tem solução,
Pois hoje aqui no hospital, só tem médico de plantão!

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